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Escolas públicas buscam se adaptar para alunos com deficiência


Imagem de uma menina cadeirante na pracinha de uma escola - Foto: Roberto Vinicius/Especial26/02/2010

São Leopoldo - As escolas públicas estão procurando se adaptar para receber as crianças com deficiência física. Segundo a secretária municipal de Educação Maria Luiza Sedrez, das 44 instituições, 19 sofreram adaptações internas para o uso de cadeirantes.

A titular da 2.ª Coordenadoria Regional de Educação, Terezinha Roque, garante que a acessibilidade é uma preocupação constante. O presidente da Associação Leopoldense dos Portadores de Necessidades Especiais e Educacionais (Aldef), Ademar dos Anjos, reconhece o esforço para atender aos alunos.

‘‘Vejo que as escolas procuram se adaptar. Ano passado, a pedido de uma família, psicólogas e assistentes sociais estiveram em um colégio e a direção encontrou uma solução para o caso de um menino’’, conta ele.

‘‘Muitas escolas estão preparadas, mas como ainda não conseguimos universalizar, se um aluno chega a uma que não está, providenciamos. Há um processo de licitação para mudanças na Otília Rieth porque uma menina cadeirante vai estudar lá esse ano’’, afirma Maria Luiza.

‘‘Em 2007, fizemos um levantamento para ver as necessidades de cada escola. As direções nos apontaram o que precisavam e estamos adaptando. Nas escolas Haydée Rostirolla e Ilha Moreira instalamos rampas de acesso e na Aracy de Paula Hofmann, um elevador’’, diz Terezinha.

REALIDADE - Apesar dos esforços, quem tem filho especial não pode pensar apenas no colégio que fica mais perto de casa. É fundamental pensar no acesso ao prédio. Quem vive na pele esta realidade é a dona de casa Elisângela Coelho Carvalho, 29 anos, mãe de Mariana Carvalho Guimarães, 7 anos, que é cadeirante e estuda na Escola Municipal Barão do Rio Branco.

Elisângela conta que procurou cinco colégios. Em um deles, que era adaptado, não conseguiu. ‘‘A diretora me disse que já tinha outra aluna cadeirante e que não poderia ficar com minha filha porque a outra criança já dava muito trabalho’’, diz.


Fonte: Diário de Canoas

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